No passado dia 21 de Janeiro, pelas 15:30 h, foi realizado no recinto escolar uma actividade no âmbito do nosso tema com a turma do 3º ano. Esta actividade consistiu em criar algumas dificuldades no movimento das crianças que participaram.
Após esta actividade, perguntamos a algumas crianças se sentiram dificuldade, a maioria disse que foi pouca. Assim, com esta actividade, pretendíamos mostrar que o excesso de peso pode dificultar a vida de cada pessoa, começando pelos mais novos.
Estas são algumas imagens que demonstraram alguns alunos.
O objectivo da actividade foi cumprido, os mais pequenos gostaram e aprenderam com esta pequena "brincadeira".
domingo, 27 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Videos sobre o mês temático do anti-tabaco
O mês de Fevereiro é destinado ao combate contra o tabagismo e prevenção das doenças cardiovasculares.
Encontrámos uns vídeos interessantes que decidimos partilhar:
Nunca te esqueças, protege o teu coração e não fumes!
O grupo: Doenças Cardiovasculares
Encontrámos uns vídeos interessantes que decidimos partilhar:
Nunca te esqueças, protege o teu coração e não fumes!
O grupo: Doenças Cardiovasculares
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Benefícios do riso
Durante uma pesquisa de notícias sobre as doenças cardiovasculares apareceu-me uma notícia deveras interessante: Rir Emagrece!
A notícia:
Está comprovado: rir traz muitas vantagens para a sua saúde!
Cinco passos simples podem ajudar a reduzir o seu risco de ter doenças cardíacas, afirmam os especialistas em cardiologia preventiva.
Segundo Holly Anderson, diretora de educação no Instituto do Coração Ronald O. Perelman, do Hospital Presbiteriano de Nova York, é preciso fazer mais para educar a população sobre os fatores de risco e a prevenção de doenças do coração. Ela dá algumas dicas que podem ajudar:
- Pergunte ao seu médico sobre o que é considerado normal em relação a pressão sanguínea, colesterol e triglicérides e saiba quais são os seus números nessas medidas.
- Comece a se exercitar. Caminhar de 20 a 30 minutos alguns dias da semana pode reduzir o risco prematuro de morte em mais de 50%. Atividade física reduz a pressão sanguínea, melhora as taxas de colesterol, diminui o estresse, melhora o sono, beneficia o humor, melhora a cognição e previne a perda de memória.
- Ria mais. Em termos de saúde cardiovascular, fazer isso por apenas 15 minutos equivale a praticar um exercício aeróbico por meia hora. Pesquisas também ligam o riso com a redução de dor e ansiedade, com a função saudável dos vasos sanguíneos e com o aumento dos níveis cerebrais de hormônios que melhoram o humor - existem 10 alimentos que melhoram o humor, saiba quais são.
- Preste mais atenção na circunferência da sua cintura do que no seu peso. Ela é uma medida mais precisa do que o peso porque a quantidade de gordura em volta da cintura é um elo direto com a hipertensão e o colesterol alto, e ainda pode aumentar o seu risco de desenvolver diabetes.
- Durma bem e o suficiente. Falta de sono aumenta a pressão sanguínea, induz ao estresse, aumenta o apetite, desacelera o metabolismo, prejudica o humor e piora a cognição.
Notícia retirada do site:
http://performance.clix.pt/html/fitoterapia_desc.asp?id=646
Há crianças que viverão menos do que os pais
Os dados chegam da Austrália, mas servem de aviso aos pais de todo o Mundo: As crianças australianas vão viver menos anos do que os seus pais se persistirem nos maus hábitos alimentares e na falta de exercício.
Segundo um estudo divulgado pela Fundação Nacional de Saúde da Austrália, um em cada quatro alunos australianos entre os oito e os onze anos sofre de excesso de peso ou obesidade o que aumenta o risco de doenças cardiovasculares e, inclusivamente, o cancro.
Elaborado entre 2009 e 2010, o estudo abrangeu 12 mil estudantes de 237 escolas e os resultados mostram que só 14% dos menores consume as quantidades de fruta e verduras recomendadas e que 85% não tem hábitos de prática de exercício físico.
"Quando as crianças ficam obesas, aumentam os riscos de doenças crónicas como o cancro na idade adulta, reduz-se a esperança de vida e há que lançar o alerta aos australianos", disse Ian Olver, presidente do Conselho contra o Cancro que também colaborou no estudo.
Um terço dos estudantes admitiu que bebia quatro ou mais latas de refrigerantes por semana, 71% passa mais de duas horas diárias em frente da televisão e dedica algum tempo a jogos em consolas nas escolas.
Cerca de metade dos alunos alvo no estudo afirmaram ter três ou quatro aparelhos de televisão em casa, incluindo um no seu quarto de dormir e admitiu experimentar uma nova bebida quando esta é anunciada na televisão.
Também em Portugal, os especialistas portugueses têm chamado à atenção para o aumento da obesidade infantil que afecta já 12,5% crianças com idades entre os dois e os cinco anos. Nesta faixa etária, 29% tem excesso de peso, referem os últimos estudos nacionais.
E também cá já se fala de crianças com doenças, até hoje, exclusivas dos adultos, como a hipertensão, diabetes e o colesterol e que poderá ditar o aparecimento de uma geração que, pela primeira vez na história moderna, viverá menos tempo do que a geração anterior.
Artigo retirado do site do Jornal de Notícias, de dia 10 de Fevereiro de 2011.
Site: http://www.jn.pt/blogs/emletramiuda/archive/2011/02/10/h-225-crian-231-as-que-viver-227-o-menos-do-que-os-pais.aspx
Segundo um estudo divulgado pela Fundação Nacional de Saúde da Austrália, um em cada quatro alunos australianos entre os oito e os onze anos sofre de excesso de peso ou obesidade o que aumenta o risco de doenças cardiovasculares e, inclusivamente, o cancro.
Elaborado entre 2009 e 2010, o estudo abrangeu 12 mil estudantes de 237 escolas e os resultados mostram que só 14% dos menores consume as quantidades de fruta e verduras recomendadas e que 85% não tem hábitos de prática de exercício físico.
"Quando as crianças ficam obesas, aumentam os riscos de doenças crónicas como o cancro na idade adulta, reduz-se a esperança de vida e há que lançar o alerta aos australianos", disse Ian Olver, presidente do Conselho contra o Cancro que também colaborou no estudo.
Um terço dos estudantes admitiu que bebia quatro ou mais latas de refrigerantes por semana, 71% passa mais de duas horas diárias em frente da televisão e dedica algum tempo a jogos em consolas nas escolas.
Cerca de metade dos alunos alvo no estudo afirmaram ter três ou quatro aparelhos de televisão em casa, incluindo um no seu quarto de dormir e admitiu experimentar uma nova bebida quando esta é anunciada na televisão.
Também em Portugal, os especialistas portugueses têm chamado à atenção para o aumento da obesidade infantil que afecta já 12,5% crianças com idades entre os dois e os cinco anos. Nesta faixa etária, 29% tem excesso de peso, referem os últimos estudos nacionais.
E também cá já se fala de crianças com doenças, até hoje, exclusivas dos adultos, como a hipertensão, diabetes e o colesterol e que poderá ditar o aparecimento de uma geração que, pela primeira vez na história moderna, viverá menos tempo do que a geração anterior.
Artigo retirado do site do Jornal de Notícias, de dia 10 de Fevereiro de 2011.
Site: http://www.jn.pt/blogs/emletramiuda/archive/2011/02/10/h-225-crian-231-as-que-viver-227-o-menos-do-que-os-pais.aspx
Dormir menos de seis horas por noite faz mal ao coração
No âmbito de Área de Projecto, realizei uma pesquisa e encontrei esta notícia sobre como o sono afecta o coração.
Uma pessoa que dorme menos de seis horas por noite tem um risco 50% maior de morrer após um ataque cardíaco - e a chance de sofrer um derrame fatal também cresce 15%. A conclusão é de uma pesquisa da da Universidade de Warwick, na Inglaterra, que comprovou o perigo recorrente de uma rotina agitada e irregular de trabalho que faz com que muitas pessoas descansem cada vez menos em função da sobrecarga diária, o que já se tornou hábito entre 60% da população adulta.
Segundo os cientistas, uma noite de sono ruim pode afetar o equilíbrio dos hormônios grelina e leptina, importantes na regulação do apetite. Isso explicaria por que pessoas com esse perfil tendem a comer mais e a ter tendência à obesidade, o que eleva os riscos de pressão alta e doenças cardiovasculares. Por consequência dessa espécie de círculo vicioso, elas também ficam mais propensas a ataques cardíacos e derrames.
Metodologia – Para chegar aos resultados, os pesquisadores analisaram os hábitos de sono de cerca de 475.000 voluntários que participaram de 15 estudos em oito países, entre eles Inglaterra, Estados Unidos, Japão e Alemanha. Entre as conclusões, está a ideia de que o difundido lema de que trabalhar duro é o melhor caminho para se sobressair tem sacrificado a qualidade do sono e a saúde da população.
“Esse hábito de dormir tarde e acordar cedo é uma verdadeira bomba-relógio para a saúde. A busca por um equilíbrio entre vida pessoal e profissional tem feito com que muitos optem por abrir mão de horas do lazer para garantir que todas as tarefas do dia sejam feitas”, disse Francesco Cappuccio, da Universidade de Warwick, ao jornal inglês Daily Mail.
Mas atenção, os especialistas ressalvam que dormir muito (mais de nove horas) também pode aumentar as chances de infarto. O estudo foi publicado no periódico European Heart Journal.
Notícia retirada do site:
http://www.correiodoestado.com.br/noticias/dormir-menos-de-seis-horas-por-noite-faz-mal-ao-coracao_99478/
Uma pessoa que dorme menos de seis horas por noite tem um risco 50% maior de morrer após um ataque cardíaco - e a chance de sofrer um derrame fatal também cresce 15%. A conclusão é de uma pesquisa da da Universidade de Warwick, na Inglaterra, que comprovou o perigo recorrente de uma rotina agitada e irregular de trabalho que faz com que muitas pessoas descansem cada vez menos em função da sobrecarga diária, o que já se tornou hábito entre 60% da população adulta.
Segundo os cientistas, uma noite de sono ruim pode afetar o equilíbrio dos hormônios grelina e leptina, importantes na regulação do apetite. Isso explicaria por que pessoas com esse perfil tendem a comer mais e a ter tendência à obesidade, o que eleva os riscos de pressão alta e doenças cardiovasculares. Por consequência dessa espécie de círculo vicioso, elas também ficam mais propensas a ataques cardíacos e derrames.
Metodologia – Para chegar aos resultados, os pesquisadores analisaram os hábitos de sono de cerca de 475.000 voluntários que participaram de 15 estudos em oito países, entre eles Inglaterra, Estados Unidos, Japão e Alemanha. Entre as conclusões, está a ideia de que o difundido lema de que trabalhar duro é o melhor caminho para se sobressair tem sacrificado a qualidade do sono e a saúde da população.
“Esse hábito de dormir tarde e acordar cedo é uma verdadeira bomba-relógio para a saúde. A busca por um equilíbrio entre vida pessoal e profissional tem feito com que muitos optem por abrir mão de horas do lazer para garantir que todas as tarefas do dia sejam feitas”, disse Francesco Cappuccio, da Universidade de Warwick, ao jornal inglês Daily Mail.
Mas atenção, os especialistas ressalvam que dormir muito (mais de nove horas) também pode aumentar as chances de infarto. O estudo foi publicado no periódico European Heart Journal.
Notícia retirada do site:
http://www.correiodoestado.com.br/noticias/dormir-menos-de-seis-horas-por-noite-faz-mal-ao-coracao_99478/
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Calendarização de actividades e meses temáticos a desenvolver durante o ano lectivo
Setembro:
Escolha do tema a desenvolver durante o ano lectivo;
Realização e entrega do anteprojecto.
Outubro:
Pesquisa de alguns locais a visitar;
Contactos com alguns desses locais;
Planificação da visita ao serviço de cardiologia do Hospital Infante D. Pedro – Aveiro.
Novembro:
Realização e entrega do projecto;
Elaboração de um blog sobre o tema;
Visita ao serviço de cardiologia do Hospital Infante D. Pedro – Aveiro (18 de Novembro);
Realização de um inquérito às turmas do ensino secundário;
Início da pesquisa sobre o coração (funções e anatomia).
Dezembro:
Mês temático do Stress
Conclusões / estudos dos inquéritos;
Conclusão e divulgação dos resultados da pesquisa sobre a anatomia e funções do coração;
Realização dos relatórios do período.
Janeiro:
Mês temático Alimentação;
Realização de pesquisas sobre as doenças cardiovasculares (enfarte do miocárdio, aterosclerose, colesterol, diabetes aneurismas, entre outras);
Preparação de uma palestra;
Realização da entrevista a um doente cardiovascular.
Fevereiro:
Mês temático da prevenção das doenças cardiovasculares;
Mês temático do tabaco;
Organização da corrida de obstáculos com fatos de lutador de sumo;
Inscrições para a corrida de obstáculos;
Continuação das pesquisas sobre as doenças cardiovasculares (AVC, angina de peito, insuficiência cardíaca, arritmia);
Realização da palestra;
Realização da entrevista a um cardiologista.
Março:
Mês temático do exercício físico;
Realização da corrida de obstáculos;
Criação de um peddy-paper;
Inscrições para o peddy-paper;
Preparação de uma apresentação sobre o nosso tema ao 2º ciclo;
Pesquisa sobre tecnologias que ajudem na prevenção e minimização das doenças cardiovasculares;
Organização de uma ida de turma ao campo de golfe a Coimbra;
Criação de outdoors e flyers (produto final).
Abril:
Mês temático da interacção social;
Apresentação do nosso tema ao 2º ciclo;
Visita ao campo de golfe e participação numa aula de golfe;
Realização do peddy-paper;
Continuação das pesquisas sobre tecnologias que ajudem na prevenção e minimização das doenças cardiovasculares;
Continuação da criação de outdoors e flyers (produto final).
Maio:
31 de Maio – Dia Mundial sem fumo
Distribuição dos outdoors pelos painéis digitais de Albergaria;
Distribuição dos flyers pelos centros de saúde e farmácias de Albergaria;
Apresentação à população escolar do nosso trabalho desenvolvido ao longo do ano através de uma exposição e/ou vídeo.
Número de obesos duplicou nos últimos 30 anos
Obesidade afecta 500 milhões de adultos em todo o mundo
Actualmente a obesidade afecta dez por cento dos adultos em todo o mundo. Esta percentagem, o dobro de há 30 anos, representa 500 milhões de obesos, a maioria mulheres.
O alerta foi feito por um estudo publicado na revista "The Lancet", que avaliou a evolução desta condição entre 1980 e 2008 em pessoas com mais de 20 anos.
Os resultados foram alarmantes: mais de um por cada dez adultos estava obeso, sendo que, entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos são o país que lidera o ranking. Já a população do Japão é a menos afectada pelo excesso de peso.
O alerta foi feito por um estudo publicado na revista "The Lancet", que avaliou a evolução desta condição entre 1980 e 2008 em pessoas com mais de 20 anos.
Os resultados foram alarmantes: mais de um por cada dez adultos estava obeso, sendo que, entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos são o país que lidera o ranking. Já a população do Japão é a menos afectada pelo excesso de peso.
Segundo o estudo coordenado por Majid Ezzati, do Imperial College de Londres, e Salim Yusuf e Sonia Anand, do Instituto de Estudos da População/Saúde de Hamilton (Canadá), o excesso de peso é caracterizado por um índice de massa corporal (IMC) acima de 24 quilogramas por metro quadrado.
Ao longo dos 28 anos analisados, este parâmetro usado para medir a relação entre peso e a altura aumentou entre os homens e as mulheres. A nível global, 1,46 biliões de adultos registam excesso de peso, sendo que a obesidade quase duplicou. Actualmente afecta 205 milhões de homens e 297 milhões de mulheres, o que corresponde a 9,8 e 13,8 por cento, respectivamente.
Embora a obesidade seja associada sobretudo aos países ricos, os menos desenvolvidos também são afectados. A pequena ilha de Nauru, no Pacífico sul, com 14 mil habitantes, registou em 2008 a maior média de IMC: 33,9 nos homens e 35 nas mulheres. Já em 1980, esta ilha estava no topo da lista, mas com valores inferiores - 28,1 para os homens e 28,3 para as mulheres.
Entre os países ricos, os Estados Unidos, que já tinham a população com maior taxa de obesidade em 1980, permanecem em primeiro lugar, com um IMC de 28,5. Seguem-se a Nova Zelândia e Austrália entre as mulheres, e o Reino Unido e Austrália entre os homens.
Países desenvolvidos: Japão no fundo da lista
Ao longo dos 28 anos analisados, este parâmetro usado para medir a relação entre peso e a altura aumentou entre os homens e as mulheres. A nível global, 1,46 biliões de adultos registam excesso de peso, sendo que a obesidade quase duplicou. Actualmente afecta 205 milhões de homens e 297 milhões de mulheres, o que corresponde a 9,8 e 13,8 por cento, respectivamente.
Embora a obesidade seja associada sobretudo aos países ricos, os menos desenvolvidos também são afectados. A pequena ilha de Nauru, no Pacífico sul, com 14 mil habitantes, registou em 2008 a maior média de IMC: 33,9 nos homens e 35 nas mulheres. Já em 1980, esta ilha estava no topo da lista, mas com valores inferiores - 28,1 para os homens e 28,3 para as mulheres.
Entre os países ricos, os Estados Unidos, que já tinham a população com maior taxa de obesidade em 1980, permanecem em primeiro lugar, com um IMC de 28,5. Seguem-se a Nova Zelândia e Austrália entre as mulheres, e o Reino Unido e Austrália entre os homens.
Países desenvolvidos: Japão no fundo da lista
O Japão tem o menor IMC (22 para os homens e 24 para as mulheres) entre países desenvolvidos. No que concerne aos menos desenvolvidos, as mulheres do Bangladesh registam o menor índice entre as mulheres, enquanto a República Democrática do Congo é a primeira entre os homens.
Relativamente à Europa ocidental, a Itália é um caso raro, pois o IMC das mulheres caiu nos últimos 28 anos. Na Bélgica, Finlandia e França, o índice de massa corporal das mulheres sofreu uma ligeira subida. As suíças são as mulheres mais magras da Europa, seguidas pelas francesas e italianas, enquanto os europeus mais magros são os franceses.
O estudo lembra ainda que o excesso de peso, fruto da má alimentação e da falta de actividade física, aumenta o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão arterial e algumas formas de cancro, problemas que estão na base de três milhões de mortes por ano.
Relativamente à Europa ocidental, a Itália é um caso raro, pois o IMC das mulheres caiu nos últimos 28 anos. Na Bélgica, Finlandia e França, o índice de massa corporal das mulheres sofreu uma ligeira subida. As suíças são as mulheres mais magras da Europa, seguidas pelas francesas e italianas, enquanto os europeus mais magros são os franceses.
O estudo lembra ainda que o excesso de peso, fruto da má alimentação e da falta de actividade física, aumenta o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão arterial e algumas formas de cancro, problemas que estão na base de três milhões de mortes por ano.
Notícia retirada do site da Ciência Hoje
Coimbra desenvolve técnica promissora para diagnóstico de doenças cardiovasculares
Autora do projecto distinguida em conferência internacional
Uma nova técnica não invasiva de monitorização da actividade cardiovascular desenvolvida na Universidade de Coimbra (UC) foi internacionalmente reconhecida. Tânia Pereira, aluna de doutoramento em Engenharia Biomédica e autora do projecto, ganhou o prémio "Best Student Paper Award” na conferência Biosignals 2011, encontro que no próximo ano se realiza em Portugal.
Trata-se de uma iniciativa de “referência” que reúne investigadores e profissionais de todo o mundo de várias áreas do conhecimento contribuintes da engenharia biomédica. Apresenta critérios “severos” e este ano teve “uma taxa de aceitação de 11 por cento”, o que é demonstrativo “do rigor com que a organização quer ver os problemas”, assegurou ao “Ciência Hoje” Carlos Correia, coordenador da investigação.
Esta técnica de monitorização hemodinâmica (do coração e das artérias) foi desenvolvida nos últimos quatro anos no Centro de Instrumentação da UC e financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Teve a colaboração de unidades hospitalares da região, onde vão decorrer os ensaios clínicos, agendados para as próximas semanas.
Esta técnica de monitorização hemodinâmica (do coração e das artérias) foi desenvolvida nos últimos quatro anos no Centro de Instrumentação da UC e financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Teve a colaboração de unidades hospitalares da região, onde vão decorrer os ensaios clínicos, agendados para as próximas semanas.
A alternativa proposta por Tânia Pereira destina-se a avaliar um parâmetro do sistema cardiovascular denominado de velocidade de onda de pulso (VOP). “Os cardiologistas atribuem-lhe muita importância para o diagnóstico porque, se a velocidade for muito elevada, significa que a artéria está a endurecer”, o que revela a existência de uma potencial patologia, explicou o investigador.
Como funciona?
São utilizados sensores ópticos para iluminar, no pescoço, o sítio da artéria carótida e transmitir a informação da velocidade de propagação da onda de pulso. Segundo o catedrático de Coimbra, “em função dos sinais de luz recolhidos, pode-se obter esses dados que têm depois de ser interpretados pelos médicos”.
Para além de fazer a avaliação do parâmetro sem contacto físico, outra das vantagens desta técnica consiste no facto de obter informação local, que é mais precisa do que a regional, disponibilizada pelas técnicas clássicas. O investigador que orientou esta investigação explicou que os métodos convencionais avaliam a VOP através da média entre dois pontos distantes, o que não revela um valor exacto. Já a nova técnica possibilita “dados mais interessantes do ponto de vista local”, uma vez que avalia um local específico.
Parâmetro com novas informações
Como funciona?
São utilizados sensores ópticos para iluminar, no pescoço, o sítio da artéria carótida e transmitir a informação da velocidade de propagação da onda de pulso. Segundo o catedrático de Coimbra, “em função dos sinais de luz recolhidos, pode-se obter esses dados que têm depois de ser interpretados pelos médicos”.
Para além de fazer a avaliação do parâmetro sem contacto físico, outra das vantagens desta técnica consiste no facto de obter informação local, que é mais precisa do que a regional, disponibilizada pelas técnicas clássicas. O investigador que orientou esta investigação explicou que os métodos convencionais avaliam a VOP através da média entre dois pontos distantes, o que não revela um valor exacto. Já a nova técnica possibilita “dados mais interessantes do ponto de vista local”, uma vez que avalia um local específico.
Parâmetro com novas informações
A VOP não é um parâmetro muito antigo e clássico como a pressão arterial, por exemplo. No entanto, transmite dados relevantes para a avaliação da saúde cardiovascular. Carlos Correia frisou que “não há um único parâmetro que 'diga tudo'. É preciso interpretar vários aspectos para se perceber o conjunto”. Desta forma, quando o novo método chegar ao mercado, a sua importância no diagnóstico pode equiparar-se à do estetoscópio ou do electrocardiograma.
Para isso, terão ainda de decorrer os testes de validação clínica, que, em breve, vão ser conduzidos por médicos em várias unidades de referência da região de Coimbra. “A qualidade da avaliação está assegurada”, concluiu Carlos Correia, acrescentando que o impacto social desta invenção só se vai revelar em pleno quando começar a ser aplicada pelos médicos e chegar aos pacientes. Neste sentido, destaca-se o papel da empresa ISA – Intelligent Sensing Anywhere, a parceira do projecto responsável pela passagem dos resultados desta investigação para o mercado.
Notícia retirada do site da Ciência Hoje, no âmbito da disciplina de Área de Projecto.
Ómega-3 pode prevenir cegueira em diabéticos
Como todos nós sabemos (ou devíamos de saber) a diabetes provoca cegueira, então, numa notícia publicada no site da Ciência Hoje, encontrei esta notícia:
Estudo norte-americano publicado na «Science» é nova esperança para quem sofre de retinopatia
Os ácidos gordos ómega-3, que se encontram em grande quantidade do peixe, podem prevenir a retinopatia, uma lesão na retina ocular que pode provocar cegueira. Um estudo publicado agora na revista «Science» revela que o ómega-3 desempenha um papel essencial nas membranas celulares do sistema nervoso. No entanto, a maior parte das actuais dietas ocidentais é pobre neste tipo de gordura.
A retinopatia é o desenvolvimento anormal de vasos sanguíneos na retina (que tem altas concentrações de ómega-3) e uma das principais causas da cegueira.
A retinopatia é o desenvolvimento anormal de vasos sanguíneos na retina (que tem altas concentrações de ómega-3) e uma das principais causas da cegueira.
Os investigadores, liderados pela oftalmologista Lois Smith, do Hospital Pediátrico de Boston (EUA), estudaram a influência dos ómega-3 na retina de ratos e descobriram que o aumento dos ácidos gordos deste tipo devido à dieta limitou o crescimento patológico dos vasos sanguíneos denominados neovasos.
Os ratos alimentados com dietas ricas em ómega-3 tiveram uma redução de quase 50 por cento do crescimento dos vasos sanguíneos na retina, em relação aos alimentados com dietas ricas em ómega-6 (tipo de gordura presente nos óleos de fritar).
A investigadora acredita que a capacidade de impedir o crescimento desses neovasos com ácidos ómega-3 poderá ajudar a reduzir os gastos na saúde, visto os suplementos alimentares serem muito mais baratos do que os tratamentos para este problema.
A equipa de Smith quer agora desenvolver investigação sobre os ácidos gordos ómega-6 mais prejudiciais, numa tentativa de conseguir bloquear selectivamente os agentes metabólicos negativos.
A retinopatia afecta principalmente pessoas que sofrem de diabetes, hipertensão arterial e bebés prematuros. Nos Estados Unidos, 4,1 milhões de diabéticos – número que tende a dobrar nos próximos 15 anos – sofrem deste problema.
Os ratos alimentados com dietas ricas em ómega-3 tiveram uma redução de quase 50 por cento do crescimento dos vasos sanguíneos na retina, em relação aos alimentados com dietas ricas em ómega-6 (tipo de gordura presente nos óleos de fritar).
A investigadora acredita que a capacidade de impedir o crescimento desses neovasos com ácidos ómega-3 poderá ajudar a reduzir os gastos na saúde, visto os suplementos alimentares serem muito mais baratos do que os tratamentos para este problema.
A equipa de Smith quer agora desenvolver investigação sobre os ácidos gordos ómega-6 mais prejudiciais, numa tentativa de conseguir bloquear selectivamente os agentes metabólicos negativos.
A retinopatia afecta principalmente pessoas que sofrem de diabetes, hipertensão arterial e bebés prematuros. Nos Estados Unidos, 4,1 milhões de diabéticos – número que tende a dobrar nos próximos 15 anos – sofrem deste problema.
Refrigerantes “light” podem prejudicar o coração a longo prazo
Os refrigerantes light ou sem açucar foram ganhando terreno no mercado ao longo dos últimos anos. Muitos consumidores preferem esta alternativa a bebidas açucaradas e calóricas, cujo consumo excessivo está associado a um maior risco de doenças cardiovasculares.
No entanto, podem ter sido induzidos em erro, visto que uma nova investigação sugere que estas opções menos doces podem ser prejudiciais ao coração, a longo prazo. Se acordo com os dados recolhidos neste trabalho, alguns preliminares, o consumo de refrigerantes light está associado até 60 por cento mais de probabilidades de se sofrer de problemas vasculares.
No entanto, podem ter sido induzidos em erro, visto que uma nova investigação sugere que estas opções menos doces podem ser prejudiciais ao coração, a longo prazo. Se acordo com os dados recolhidos neste trabalho, alguns preliminares, o consumo de refrigerantes light está associado até 60 por cento mais de probabilidades de se sofrer de problemas vasculares.
“Caso os nossos dados sejam confirmados em estudos futuros, podemos dizer que os refrigerantes light não são os melhores substitutos das bebidas açucaradas, quando se trata de nos protegermos das doenças cardiovasculares”, sublinhou Hannah Gardener, investigadora da Miami Miller School of Medicine (EEUU) e autora principal deste estudo, durante a sua apresentação na International Stroke Conference, que está a decorrer em Los Angels.
A investigação foi feita ao longo de nove anos com um total de 3289 participantes de diferentes raças, com uma idade média de 40 anos. Entre outros assuntos, responderam a questões sobre o tipo e quantidade de bebidas que consumiam e o seu historial médico.
Durante este período, foram detectados 559 problemas cardiovasculares, como acidentes vasculares cerebrais hemorrágicos ou isquémicos. Alguns destes casos, depois de avaliados outros factores de risco - idade, sexo, origem de cada indivíduo -, foram associados ao consumo de bebidas light, de acordo com os investigadores.
Apesar das conclusões deste estudo, os seus autores admitem que os resultados ainda não podem ser considerados definitivos, pois a sua metodologia não alterou a influência de outros factores fundamentais, como a alimentação ou o exercício. Como tal vão ser realizados novas investigações no sentido de assegurar a veracidade destes dados.
A investigação foi feita ao longo de nove anos com um total de 3289 participantes de diferentes raças, com uma idade média de 40 anos. Entre outros assuntos, responderam a questões sobre o tipo e quantidade de bebidas que consumiam e o seu historial médico.
Durante este período, foram detectados 559 problemas cardiovasculares, como acidentes vasculares cerebrais hemorrágicos ou isquémicos. Alguns destes casos, depois de avaliados outros factores de risco - idade, sexo, origem de cada indivíduo -, foram associados ao consumo de bebidas light, de acordo com os investigadores.
Apesar das conclusões deste estudo, os seus autores admitem que os resultados ainda não podem ser considerados definitivos, pois a sua metodologia não alterou a influência de outros factores fundamentais, como a alimentação ou o exercício. Como tal vão ser realizados novas investigações no sentido de assegurar a veracidade destes dados.
Notícia retirada do site: http://www.cienciahoje.pt/
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Panfletos afixados no recinto escolar durante o mês de Janeiro
No âmbito da disciplina de Área de Projecto, criámos panfletos sobre alguns tipos de doenças cardiovasculares, os seus principais sintomas, algumas medidas de prevenção e figuras públicas que sofreram tais doenças.
Aqui estão os panfletos afixados:
Aqui estão os panfletos afixados:
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Entrevista a um doente cardiovascular portador de pacemaker
- Como se designa a sua patologia cardiovascular?
Bloqueio Aurículo-Ventricular completo
- Há quanto tempo possui o pacemaker?
5 anos
- Como era a sua vida antes de saber que teria de o usar?
Tinha uma vida completamente normal, não excedia no álcool, não fumava e tinha uma vida saudável e activa.
- Quais as razões/causas?
Em 1985 foi-me diagnosticado um sopro cardíaco mas só em 2005 fui operado. Implantaram-me um anel mitral para corrigir esse problema. Mas essa operação provocou um bloqueio atrioventricular (distúrbio de condução do impulso cardíaco) e passados 4 meses tive uma bradicardite sintomática (redução acentuada do ritmo cardíaco). Foi aí que tiveram de me implantar um pacemaker.
- Como lhe foi dada a notícia?
Tudo isto aconteceu muito rápido. Um dia senti-me muito cansado e fui medir a pulsação, como me tinha sido recomendado pelo médico, e estava muito baixa. Fui para o hospital de Aveiro e aí recebi a notícia que me tinham de fazer a operação de urgência para implantar um pacemaker temporário. Só no dia seguinte implantaram o definitivo. Nem tive tempo de assimilar o que me estava a acontecer. Só caí em mim quando estava no hospital em recuperação.
- Quais as maiores preocupações/medos em saber que teria que usar um aparelho para o ajudar a viver?
Como já disse, tudo isto foi muito repentino. Não tive preocupações nenhumas antes da operação. Talvez também por causa da baixa pulsação, estava bastante tranquilo.
- De que maneira aceitou o facto de que teria de fazer uma cirurgia, em que consistia em implantar uma “pilha” para ajudar o seu coração a bater?
Na altura, só queria que cuidassem de mim, pois não me tinha informado sobre o que era um pacemaker. Uma das coisas que poderia ser um factor de risco, era o tabaco, mas eu tinha deixado de fumar há bastantes anos.
- Quais as maiores desvantagens que o aparelho apresenta?
Penso que o aparelho não apresenta nenhumas desvantagens. Até me esqueço que o tenho! Só se nota um pequeno “alto” à beira do ombro que, se as pessoas não souberem, podem achar estranho e perguntar. O que não me incomoda de forma alguma.
- A sua rotina é de alguma forma feita em relação ao pacemaker?
Faço a minha vida normalmente, sem sequer pensar que tenho este pequeno aparelho. Não me impede de fazer nada, embora não deva trabalhar com máquinas eléctricas, nem ter o telemóvel no peito. Por vezes não cumpro estas recomendações, mas nos exames de rotina que tenho de fazer de 6 em 6 meses não tem havido alterações e para já ainda ‘tenho bateria’ para mais uns aninhos.
- O que aconselharia a uma pessoa que tivesse de fazer esta cirurgia?
Se algum dia alguém precisar de recorrer a esta operação, peço que não fiquem preocupados. A recuperação não é dolorosa e, por experiência própria, não condiciona a nossa vida. Muito pelo contrário.
Agradecemos ao Sr. Mauro por ter colaborado e respondido a todas as nossas questões.
Subscrever:
Mensagens (Atom)